Os desfiles das grandes marcas (como Balenciaga, Schiaparelli ou Maison Margiela) funcionam mais como uma galeria de arte do que como uma loja.

O exagero é proposital: O estilista está tentando contar uma história, chocar, protestar ou expressar um conceito (como o gótico, o futurismo ou o surrealismo). Proporções distorcidas: Eles aumentam os ombros, criam volumes absurdos ou usam materiais bizarros para testar os limites do corpo humano e da silhueta.

Em resumo, a moda "feia" existe porque ela se recusa a ser invisível. Ela prefere ser odiada ou ridicularizada a ser ignorada, porque é no meio dessa estranheza que nascem as verdadeiras revoluções visuais

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